quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

http://www.fiepr.org.br/audioevideo/FreeComponent9489content118829.shtml

Ateliê de Prevenção de Acidentes e Doenças no Trabalho
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Clichetec amplia parque industrial com Roland 306 LVT

Com a máquina de grande porte, a empresa gráfica de Maringá coloca projeto em prática e amplia produção para atender as áreas promocional e editorial

Clichetec 1Seguindo a tendência econômica e a perspectiva de investimento em máquinas e equipamentos modernos, a Gráfica e Editora Clichetec adquiriu e já opera a máquina Man Roland 306 LVT. A aquisição de grande porte faz parte de um projeto de ampliação e renovação de seu parque gráfico para a produção com alta qualidade e rapidez.

A nova aquisição da Clichetec imprime 6/0, 5/1 e 4/2 cores com adição de verniz em linha, com secagem por infravermelho. A área de impressão é de 59x74cm, com duas reversões e velocidade de 15.000 folhas/hora. Possui lavadores automáticos de blanquetas e rolaria, todos climatizados, além da troca de chapas automática e entrada e saída altas non stop. O comprimento total da impressora chega a 13,45m e pesa 37,5 toneladas.

“O equipamento oferece grande produtividade com elevada qualidade na confecção de catálogos, folders, livros em policromia e outros impressos de ótimo padrão, em alta velocidade”, explica o editor e proprietário José Antonio Moscardi. O investimento, segundo o empresário, é parte do projeto de expansão da empresa que, para a chegada da Roland, teve que praticamente dobrar o espaço físico das instalações atuais. Ele prevê uma expansão de 30% do faturamento no primeiro ano.

Clichetec 2Novas máquinas de apoio para o setor de acabamento foram adquiridas nos últimos meses pela Clichetec para dar suporte à Roland 306. Outros equipamentos serão agregados nos próximos meses e o projeto ainda prevê a aquisição de mais uma máquina do mesmo porte da 306 para 2012. Oito novos colaboradores foram contratados para compor o quadro de funcionários da empresa. “O mercado é muito dinâmico e cada vez mais exige produtos de alta qualidade com preços competitivos. As empresas precisam responder a esta demanda, com produtividade, agilidade e ótimo atendimento. Investir em inovação tecnológica e na qualificação do pessoal são atitudes imprescindíveis neste processo”, diz Moscardi.

Sobre a recorrente questão ambiental, Moscardi disse que a Clichetec já se preparou além das exigências legais. “Executamos um projeto ambiental, conduzido por engenheiros do setor, e dispomos de certificação pela coleta de rejeitos químicos por empresas especializadas. Além disso, utilizamos tinta atóxica em nossos impressos e diversos insumos têm orientação, composição e atitude ecológica responsável”, afirma Moscardi.

Setor em crescimento
Desde 2006 o setor industrial gráfico responde ao bom momento vivido pela economia brasileira, que mesmo no curto momento de crise, conseguiu superar as adversidades do mercado. Os impressos editoriais estão entre as linhas de produtos e serviços que mais contribuíram para o crescimento das receitas do setor, com a participação de 31% do total.

Clichetec 3Impressos promocionais e comerciais ficaram em segundo lugar, com 30%, seguidos pelas embalagens, com 28%. As indústrias em geral são a principal clientela do setor gráfico, sendo responsáveis por 35% de seu faturamento. O varejo contribuiu com 26%; as agências de propaganda com 9%; o governo com 7%; e as editoras com 6,8%, segundo estudo setorial realizado pelo Sebrae e pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), publicado no último ano.

Maringá e Região
Atualmente existem na região de Maringá cerca de 200 empresas representadas pelo SINGRAMAR. Como reflexo do mercado brasileiro, a maioria dos empreendimentos é de pequeno porte e sobrevive do próprio mercado regional. “Ainda temos poucas empresas maiores que atendem clientes de outros Estados. De toda forma, o setor acompanha o restante da economia e a perspectiva na região é fechar 2010 com crescimento de 3%”, acredita o diretor financeiro do SINGRAMAR, Urbano Rampazzo.

Para o presidente do Sindicato, João Moço, micros e pequenas indústrias gráficas geram grande impacto positivo no segmento. “Os micro e pequenos empreendimentos empregam mais. Por outro lado, precisamos buscar mecanismos para o desenvolvimento dessas empresas, como crédito facilitado, redução de impostos e incentivo à capacitação de colaboradores”, acrescenta.

Clichetec 4          Clichetec 5

Rápidas

Digitec retoma atividades
           
O Digitec anuncia que está retomando suas atividades após uma pausa de pouco mais de um ano. Agora sob a coordenação de Wiliam Corrêa, da Paper Tech Consulting e Paulo Addair, da Thomas Greg & Sons, o objetivo do grupo é disseminar a tecnologia de Impressão Digital através de cursos, palestras e seminários com foco técnico. O Digitec é um grupo de atividades dentro do Grupo Empresarial de Impressão Digital (GEDIGI) da ABTG, voltado para o estudo do mercado de tecnologia de impressão digital. Para marcar o reinício dos trabalhos, o Digitec está preparando para o inicio de dezembro o “I Seminário Digitec: Impressão por Demanda”. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelos e-mails wiliam@papertech.com.br e paulo.addair@thomasgreg.com.br .
Publish – 10/11/2010


Seminário discute inovação na embalagem e desafio na gestão

O novo papel da embalagem como valor agregado à marca e ao marketing do produto (e não mais apenas como um mero recipiente) é o tema do seminário “Inovação da Embalagem e Desafio na Gestão”, que a Metrics Sistemas de Informação promove em 25 de novembro próximo, no Senai Theobaldo De Nigris (rua Bresser, 2315, Mooca), em  São Paulo. O evento trará um panorama do desenvolvimento da embalagem no mercado brasileiro, apresentando as novas tendências em direção à economia de custos, exploração de formatos diferenciados e valores de comunicação de massa relacionadas à embalagem.  Para mais informações acesse o site www.metrics.com.br.
Portal Inteligemcia – 09/11/2010


Novidade na posse da nova diretoria do SIGEP

O empresário Raphael Manzoni, diretor do Grupo Comunicare, é o mais jovem representante no corpo diretivo do Sindicato das Indústrias Gráficas do Paraná (SIGEP), eleito como 2º vice-presidente da entidade para gestão 2010/2013. Além de estar à frente do tradicional grupo, fundado há mais de 30 anos, Manzoni é diretor da Imprima Fácil, primeira gráfica digital instalada em shopping Center do Paraná, que já conta com quatro lojas em Curitiba.
Portal da Propaganda – 09/11/2010


Rigesa dará workshop sobre embalagens industriais

Em 18 de novembro a Rigesa, que atua no segmento de embalagens, realizará o “1° Workshop Rigesa sobre Embalagens Industriais”, em parceria com a Embaquim. O objetivo é apresentar aos clientes o perfil das embalagens industriais, com destaque para o bulk, solução da Rigesa para o transporte de produtos líquidos, pastosos, em pó e granulados. A embalagem tem capacidade para 200 litros e mil litros e pode ser levada para o cliente desmontada, otimizando o transporte. O evento será realizado na fábrica de Embalagens de Papelão Ondulado da Rigesa, localizada em Valinhos (SP) e, após as palestras, os participantes farão uma visita à fábrica.
Tecnologia Gráfica – 09/11/2010

Simpress lança oferta de impressoras térmicas para o setor de educação
       
A Simpress lançou mais uma solução para o setor. A novidade é a linha de impressoras térmicas, que tem o objetivo de auxiliar escolas, cursinhos, universidades e outras instituições na impressão de etiquetas e outros registros, evitando gargalos ao longo do processo de ensino da entidade.

Para realizar a oferta segmentada, a Simpress firmou parceria com a Zebra, empresa líder no mercado de impressoras térmicas. A solução oferece a opção de imprimir etiquetas simplificadas e de fácil configuração para realizar a identificação de livros de maneira mais ágil, ampliando o controle da retirada e devolução de materiais na biblioteca e em outros setores. Além disso, é possível criar etiquetas de gestão de prontuários de alunos e funcionários, adesivos para envio de comunicados internos e externos, identificação de produtos e materiais didáticos e recebimento e envio de diversas mercadorias.
Boas Impressões – 05/11/2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Organização dos ambientes de trabalho na indústria gráfica

Segurança no trabalho

A boa distribuição das máquinas, dos postos de trabalho, das operações, a demarcação das áreas, a manutenção de pisos e escadas, a separação dos estoques, entre outros quesitos, compõem as condições necessárias para a qualidade de produção, operação eficiente e redução de desperdícios, contribuindo decisivamente para a prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais e para a satisfação do trabalhador.

Nos manuais de segurança e saúde no trabalho que o Serviço Social da Indústria, Departamento Regional de São Paulo, Sesi-SP, elabora por ramo de atividade, são apresentados os riscos ocupacionais de cada etapa do processo produtivo, suas causas, possíveis repercussões na saúde dos trabalhadores e sugestões de medidas de controle. A apresentação detalhada e sistematizada auxilia a criar e implantar medidas preventivas adequadas. Em todos os temas já desenvolvidos foram abordados aspectos como organização e asseio dos ambientes, prevenção e combate a incêndios.
Para elaborar o manual dedicado à indústria gráfica, o Sesi-SP avaliou 63 indústrias no período de junho a dezembro de 2005. Em relação à organização, essa avaliação indicou que as indústrias gráficas, em graus variados, apresentam condições de riscos que requerem medidas de controle. Foram apresentadas recomendações, algumas como as ilustradas a seguir.
No geral, os pisos das indústrias avaliadas estavam em boas condições de limpeza e conservação, mas foram observadas dificuldades no transporte de materiais devido à maioria das vias internas de circulação possuir largura inferior à necessária e não haver demarcação, resultando na ocorrência de trânsito simultâneo de pessoas e materiais, com riscos de acidentes.
Vias de circulação demarcadas e desobstruídas

Vias de circulação demarcadas e desobstruídas

Nas empresas menores, foram observadas garrafas de café nas áreas de impressão, o que não é adequado devido ao risco de contaminação por produtos químicos.
Observamos equipamentos para combate a incêndios adequadamente distribuídos e sinalizados, e pessoal orientado sobre o uso destes, porém, principalmente nas áreas de impressão, muitos desses equipamentos estavam obstruídos por diversos tipos de materiais, dificultando ou impedindo o acesso em casos de emergência.
Nas gráficas de menor porte, no geral, o armazenamento de materiais é inadequado, não havendo separação dos tipos de materiais, isolamento das áreas, rotulagem de identificação dos produtos químicos, além produto mantidos nos setores da produção com as embalagens abertas, prática que aumenta a concentração de vapores de solventes orgânicos no ambiente e o risco de incêndio.

Distribuição organizada de produtos químicos nos locais de uso


Panos usados na limpeza dos rolos de impressão são acondicionados em tambores desprovidos de tampa, o que gera mais uma fonte de contaminação de solventes orgânicos no ambiente.
Recipientes com tampa para descarte de panos de limpeza


Alguns postos de trabalho requerem adequação, como para o uso de computador na etapa de pré-impressão e para quase todas as atividades de pós-impressão.
Postos de trabalho adequados

Na rotina do trabalho, em geral, as inadequações de organização vão se instalando aos poucos e freqüentemente não são percebidas como problema e sim como naturais, não sendo motivos para desencadear intervenções por parte dos empregadores ou dos empregados.
Manter o ambiente de trabalho organizado é um desafio de gerenciamento e planejamento, mas que deve ser encarado em razão dos benefícios para a empresa e para o trabalhador.

O manual que o Sesi-SP elaborou para a indústria gráfica está disponível em meio eletrônicohttp://www.sesisp.org.br/home/2006/saude/manual.asp#grafica. A versão impressa deve ser solicitada via e-mailsst@sesisp.org.br ou por telefone (11) 3834-0664.
Texto produzido pela equipe de Segurança e Saúde no Trabalho do Sesi-SP.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Demanda das micro e pequenas empresas por crédito recua 3,8% em setembro, segundo Serasa Experian

Queda é atribuída a número menor de dias úteis no mês e a sazonalidade do último trimestre do ano

Da redação

A demanda das micro e pequenas empresas por crédito caiu 3,8% em setembro, o maior recuo se comparado a empresas de outros portes, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito. No geral, a queda ficou em 3,7%. As médias empresas tiveram recuo de 1,6%, e as grandes, de 0,4%. A demanda vinha crescendo nos dois meses anteriores. Entre janeiro e agosto, as pequenas empresas tiveram elevação de 8,4% na demanda por crédito.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a diminuição na demanda por crédito é determinada pela menor quantidade de dias úteis em setembro, se comparado ao mês de agosto, e não deve ser encarada como uma reversão de tendência. Além disso, o último trimestre do ano costuma apresentar uma procura menor por crédito. Ainda de acordo com os economistas, a expectativa é que, nesse período, a demanda seja maior do que a registrada nos mesmos meses do ano passado.

Todas as regiões do país registraram queda na demanda das empresas por crédito em setembro, com destaque para a região Norte, com recuo de 8,2% em relação a agosto.
O maior decréscimo foi calculado no setor de serviços (-4,4%), seguido das indústrias (-4,2%) e das empresas do setor comercial (-3%). O indicador é construído a partir de uma amostra de cerca de 1,2 milhão de empresas, consultadas mensalmente.

Salário médio de admissão aumenta 5,23% no ano

Desde 2003 os salários médios de admissão subiram mais de 29%, de R$ 640,68 para R$ 829,76

Da Agência Estado

Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real, já descontada a inflação, de 5,23% no período de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Assim, o salário médio do recém-contratado no Brasil passou de R$ 788,55 em 2009 para R$ 829,76 este ano. Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho.

Levando-se em conta o início do governo Lula, em 2003, os salários médios de admissão subiram 29,51% em termos reais, já que estavam em R$ 640,68 no primeiro ano do primeiro governo.

De acordo com o Caged, o aumento foi verificado em todos os Estados, com destaque para Rondônia (60,08%), Piauí (48,98%), Alagoas (45,60%) e Maranhão (43,68%). O ministro Carlos Lupi justificou os aumentos nesses Estados à construção de usinas hidrelétricas e também pela baixa base de comparação. "Eram Estados mais pobres", resumiu. Já o Distrito Federal (13,40%), Amazonas (17,92%) e São Paulo (20,42%) apresentaram os menores reajustes.

Os homens continuam a receber salários maiores do que as mulheres, de acordo com o Caged, e também a obter reajustes mais significativos. O aumento real do salário médio de admissão obtido pelos homens foi de 5,52% ante 4,64% das mulheres na comparação do período de janeiro a setembro de 2010 ante 2009.

Os salários médios reais de admissão das mulheres mostram maior representatividade nos níveis de escolaridade mais baixos: analfabeto (93,18%) e até o quinto ano completo do ensino fundamental (82,03%). Na educação superior completa, embora a mulher tenha obtido o maior porcentual em ganho real dentre todos os níveis de escolaridade (6,36% ante 5,96% dos homens), é neste nível de escolaridade que a relação dos salários feminino/masculino é menor, de 61,80%. Houve, no entanto, um leve avanço dessa participação em 2010 ante 2009, quando estava em 61,57%.

RÁPIDAS

Stilgraf imprime com tintas ambientalmente certificadas

A Stilgraf agora tem todas as suas tintas certificadas pelo programa BRC (biorrenováveis derivados de conteúdo) da Associação Americana dos Fabricantes de Tintas (Napim). Boa parte da matéria-prima das tintas com essa certificação é renovável, sem que sua qualidade e durabilidade sejam comprometidas. O objetivo da Napim é dar informações e assistência a seus membros e o BRC é um programa criado para medir e registrar o teor de produtos biorrenováveis nas tintas de impressão. Materiais impressos com estas tintas contêm o selo Napim-BRC.

Fonte: Técnologia Gráfica


Heidelberg amplia estrutura com nova filial e promove mudanças


A nova filial Heidelberg São Paulo está situada no Centro Administrativo Rio Negro, um moderno centro empresarial de Alphaville. Mais próxima da central de logística Heidelberg - que realiza a distribuição e entrega de Peças Originais e dos consumíveis da linha Saphira - a equipe de técnicos Heidelberg terá acesso mais rápido às peças e os clientes receberão um atendimento ainda mais completo. A Heidelberg do Brasil também realizou algumas mudanças na área de produtos e serviços. A área de serviços na nova filial de São Paulo contará com uma nova estrutura de atendimento chamada OPEX (Operational Excellence), na qual Heidelberg Brasil e Alemanha trabalham de forma mais integrada e com maior agilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa


Segmento de embalagens de papel ondulado apresenta alta


De acordo com os últimos dados disponibilizados pela Associação Brasileira do Papel Ondulado (ABPO), referentes a agosto, o crescimento do setor de embalagens de papel ondulado alcançou 17,19% no acumulado de janeiro a agosto deste ano, contra o mesmo período do ano passado. O segmento contabilizou a expedição de 213,944 mil toneladas ante 193,891 mil toneladas de 2009. Com esses volumes a média mensal de vendas de papel ondulado passou de 189,5 mil toneladas no último ano para 210,9 mil toneladas do produto este ano.
O aumento na produção de papel para embalagem também é sentido pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). Segundo a diretora de Relações Corporativas da entidade, Simone Nagai, o consumo geral no Brasil no ano passado foi de 4,1 milhões de toneladas. Na projeção da Bracelpa, a produção total de papéis no Brasil deverá alcançar 9,5 milhões de toneladas este ano, alta de 3,5% ante 2009.

Fonte: DCI



EFI Fiery potencializa a Xerox iGen4


A EFI, que atua no segmento de inovações tecnológicas para a impressão digital, anunciou que sua plataforma Fiery está agora disponível na impressora iGen4, da Xerox, ampliando a qualidade de cor e imagem e a produtividade do fluxo de trabalho. O EX Print Server também é baseado na nova plataforma Fiery System 9 R2, acelerando em 35% a velocidade do RIP em relação a geração anterior. Os servidores Fiery permitem cores mais vivas e vibrantes, enquanto o novo Fiery Image Enhance realça as imagens e melhora a qualidade da saída das fotos digitais, por meio da aplicação de correções automáticas. A solução traz ainda o Color Profiler Suite, que permite controlar a qualidade da cor em todos os estágios dos trabalhos de impressão.

Fonte: Tecnologia Gráfica